Muito prazer, sou a Dra. Caroline Cagliari, médica especializada em Geriatria, Cuidados Paliativos, Medicina da Dor e Clínica Médica. Acredito que cada fase da vida merece um cuidado humano e individualizado, com escuta, empatia e segurança para o paciente e sua família.
A Geriatria é a especialidade médica dedicada ao cuidado da saúde da pessoa idosa. O geriatra avalia não apenas doenças, mas também memória, funcionalidade, medicações, sono, nutrição e bem-estar emocional, sempre com uma visão global, incluindo demandas familiares e organizando estratégias para o melhor cuidado à saúde.
São cuidados oferecidos a pessoas que enfrentam doenças crônicas ou avançadas, com o objetivo de aliviar sintomas, dar suporte à família e preservar a dignidade em todas as fases da vida.
Oferece cuidados de saúde abrangendo diversas patologias, atendendo adultos e idosos. Cuida e trata de acometimentos agudos e direciona medidas em condições crônicas.
A medicina da dor é uma área voltada ao diagnóstico e tratamento da dor aguda ou crônica. O objetivo é melhorar a qualidade de vida, unindo medicamentos, estratégias não farmacológicas e apoio interdisciplinar.
Natural de Bento Gonçalves, RS, cresci junto a família de raízes italianas, com valores de união, cuidado e respeito aos mais velhos, princípios que me acompanham até hoje na medicina. Graduei-me em Medicina pela Universidade de Caxias do Sul (2018), tendo concluído 3 residências médicas: em clínica médica (HVR), cuidados paliativos (HCPA) e geriatria (HSVP). Ainda, buscando constante aprimoramento, sou especializanda em medicina da dor (HIAE)
Minha formação desde seu início foi direcionada ao cuidado global do idoso, especializando-me em acompanhar paciente e família em toda sua trajetória, desde medidas preventivas até diagnósticos estabelecidos ou mesmo terminalidade, organizando cuidados de saúde com presença, atenção e acolhimento, buscando autonomia e dignidade e trazendo leveza durante o caminho.
Graduada em Medicina pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) em 2018. CRM/RS 45.526
Residência médica em Clínica Médica pelo Hospital Virvi Ramos em Caxias do Sul. RQE 40739
Residência médica em Cuidados Paliativos pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre. RQE 40786
Residência médica em Geriatria pelo Hospital São Vicente de Paulo em Passo Fundo. RQE 45.641
Especializanda em Medicina da Dor pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
Depoimentos de pacientes
Envelhecer pode (e deve) ser sinônimo de autonomia, dignidade e leveza.
Com um olhar especializado, humano e individualizado, é possível prevenir problemas, aliviar sintomas e ressignificar momentos delicados.
Meu propósito é cuidar não apenas da saúde física, mas também do bem-estar emocional e familiar de cada paciente.
Construindo juntos uma vida com mais qualidade e leveza, para você e quem você ama.
Sempre que houver dúvidas sobre envelhecimento saudável, quedas, perda de memória, perda de funcionalidade, uso de muitos remédios, doenças crônicas ou necessidade de acompanhamento completo com coordenação dos cuidados. Não é preciso “estar doente” para se beneficiar: a Geriatria também atua na prevenção, identificando pontos de maior atenção e orientando cuidados necessários ao paciente e ao familiar.
2. A partir de que idade a geriatria atende?
A partir dos 40 anos! Isso porque o acompanhamento geriátrico não é apenas para quem já está na terceira idade. Ele também ajuda na prevenção de doenças, no cuidado com a função do corpo e da mente, e no planejamento do envelhecimento com qualidade de vida. Cuidar antes é uma forma de viver melhor por mais tempo.
3. A consulta com a geriatra substitui a de outros especialistas?
Não necessariamente. O geriatra atua de forma integrada, coordenando o cuidado e orientando quando é necessário acompanhamento com outras especialidades médicas e não médicas (cuidado inter e multidisciplinar).
4. Posso agendar para meu familiar que tem dificuldade de locomoção?
Sim. Atendo pacientes em diferentes níveis de independência, inclusive aqueles acamados ou que precisam de cuidados especiais.
5. Meu familiar idoso toma muitos remédios, como obter auxílio para saber quais são realmente necessários?
Na consulta, reviso todas as medicações, verifico interações e simplifico tratamentos, sempre com foco em segurança e qualidade de vida, sendo os ajustes explicados ao paciente e acompanhante.
6. Minha mãe não tem vontade de fazer mais nada, está cada vez mais mal humorada, cansada e triste, não aceita nada que eu sugiro. O que ela tem Dra?
Esse quadro pode estar relacionado à depressão, comum em idosos e muitas vezes confundida com envelhecimento. Outros diagnósticos possíveis e relacionados são alterações de eletrólitos do corpo, sarcopenia (falta de quantidade e força muscular) e distúrbios cognitivos. Faço avaliação completa e indico tratamentos possíveis.
1. “Minha avó está saudável, mas queremos que ela envelheça com qualidade.”
A consulta geriátrica preventiva avalia riscos, hábitos, memória, ossos, quedas, vacinação e estilo de vida, ajudando a promover um envelhecimento ativo e seguro
2. “Meu pai tem demência e está cada vez mais agitado. Não sabemos como lidar.”
Faço uma avaliação global para entender causas da agitação (dor, sono, medicamentos, ambiente, diagnósticos, dentre outros) e proponho estratégias clínicas e de apoio à família.
3. “Nossa família não sabe como conduzir decisões difíceis no fim da vida, precisamos de orientação e auxílio.”
Nos Cuidados Paliativos, acompanho paciente e familiares em cada decisão, oferecendo acolhimento, clareza e respeito aos valores de todos, utilizando embasamento científico, mas também empatia e humanidade.
4. “Minha mãe tem dor crônica há anos e já tentou vários tratamentos sem melhora.”
A Medicina da Dor busca alternativas personalizadas: ajuste de medicamentos, técnicas não invasivas e integração com outras terapias e especialidades, para aliviar sintomas e devolver bem-estar com qualidade de vida.
5. “Cuido de meu pai desde que o mesmo apresentou AVC e ficou acamado, não sei como o auxiliar mais e me sinto culpada por isso”
Além da prevenção de complicações e adaptação do ambiente, também auxilio a família a lidar com o estresse do cuidador, oferecendo estratégias que tornam a rotina mais leve e sustentável.
6. “Minha mãe caiu e quebrou o fêmur, precisou de cirurgia. Desde a alta do hospital, ela tem apresentado muita dificuldade para caminhar e sentindo fraqueza, não sei como fazer para ajudar ela a melhorar desse quadro.”
A reabilitação é essencial na recuperação. Avalio risco de quedas e direciono medidas para manter força e equilíbrio, além de orientar sobre cuidado multidisciplinar e como organizá-lo. É comum sentir limitações físicas e insegurança após um evento grave em saúde. Ofereço acompanhamento para retomar atividades com confiança e segurança.